Além das nossas próprias experiências, somos impactados pelas histórias de outras pessoas. Elas nos ajudam em nosso crescimento, sem termos a necessidade de aprendermos com nossos próprios erros. Que tal socializarmos as histórias/reportagens que nos marcaram? O que elas têm de especial? Como elas podem contribuir para o nosso crescimento? Apresente seu texto no MOODLE e as respectivas fontes. Além disto, procure ler outras histórias sobre empreendedorismo e empresas. As histórias têm o poder de nos ajudar a compreender as trajetórias de outras pessoas e também imaginar o nosso próprio futuro.
Sugiro a leitura do livro Como Fazer uma Empresa Dar Certo em um País Incerto (Elsevier Editora, 411 págs.). A obra traz depoimentos de 51 empresários brasileiros - gente de peso, como Jorge Gerdau, Marcel Telles e Abilio Diniz -, acompanhados de conselhos sobre as diversas fases da evolução de um empreendimento. Esta seleção foi organizada pelo Instituto Endevaor. Veja o comentário sobre o livro no site da Revista Exame
http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0849/negocios/m0080022.html
RICARDO ELETRO (por Thais Martendal Lehmkuhl): Ricardo Nunes nasceu em uma cidade pequena de Minas Gerais e para ajudar na renda da família vendia laranjas na porta da escola. Logo começou a ter concorrentes e percebeu que era importante vender mais barato para vender mais. Com a morte do pai passou a comprar em São Paulo bijuterias e pelúcias para vender em sua cidade. Com a ajuda da família comprou uma pequena loja com o estoque (bichos de pelúcia) mas batizou de Ricardo Eletro. Todos se surpreendiam ao entrar na loja e não encontrar eletrodomésticos, mas Ricardo sempre avisava que em breve os teria. Quando vendeu todo o estoque de pelúcia comprou os primeiros produtos de sua tão sonhada loja. Hoje continua cobrindo qualquer oferta. Em março de 2010 uniu-se ao Grupo Insinuante e hoje são o segundo maior grupo varejista do país.
ResponderExcluirFica claro na biografia que o processo empreendedor foi causal. Mesmo vendendo laranjas ou bijuterias a idéia dos eletrodomésticos era o seu plano dos sonhos. Primeiro a idéia foi vislumbrada e depois ele perseguiu os meios para conseguir isso.
Ele não inovou ao querer uma loja de eletros, mas inovou ao perceber o potencial de sua cidade. Ou seja, era um nicho a ser explorado. Tampouco seu slogan pode ser tomado como inovador, mas com certeza a ação de cobrir qualquer oferta é inovadora.
Seu modelo de gestão estava centrado em sua figura e sua intuição. Ricardo não estudou além do ensino médio. Concentrava as tarefas e mantinha bastante proximidade com o negócio.
Lucimari é empreendedora há 23 anos, quando iniciou uma locadora de VHS em um bairro na região metropolitana de Curitiba. Hoje, com as locações diminuindo e o DVD e Blue Ray tomando conta do mercado, ela deixou o negócio para o marido administrar e há 3 anos abriu uma loja de roupas de rock no centro de Curitiba. Segundo a empreendedora, os recursos utilizados foram pré-existentes, e a própria escolha do tipo de loja seguiu a idéia de levar seu filho para o trabalho. “Meu filho adora rock e, para que ele empreendesse e se dedicasse comigo, resolvi abrir a loja com o tema. Deu muito certo.”
ResponderExcluirSegundo ela, os primeiros clientes foram os amigos do seu filho, que gostavam de bandas específicas – as primeiras a serem vendidas nas lojas. Além disso, a localização era em Colombo no início, onde a maior parte dos seus clientes morava. Hoje, com a idéia de que estas mesmas pessoas vão para Curitiba a trabalho ou estudo, ela abriu a loja no centro da cidade.
Para Gessica: Acredito que para Lucimari deve ter sido difícil abrir mão de seu sonho inicial da locadora, mas sua decisão mostrou-se acertada. Com certeza hoje ela não estaria obtendo os mesmos lucros e não teria contado com a ajuda de seu filho. Um bom exemplo de que nem sempre abrir mão de um sonho traz frustração.
ResponderExcluirEngenheiro carioca cria loja de roupas infantis com marcas de luxo
ResponderExcluirCindy & Freddy comercializa em média 1.500 peças por mês e ganha sua segunda unidade ainda em setembro; a marca já negocia mais duas inaugurações
Por Rafael Farias Teixeira
Bruno Buchner nas obras da segunda loja de Cindy & Freddy
Bruno Buchner, 27 anos, é formado em engenharia de produção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e pós-graduado em finanças pelo Ibmec. Ele começou a carreira da mesma maneira que muitos profissionais com essa formação: no mercado financeiro. Mas, depois de alguns anos, resolveu tornar-se empresário – e em um nicho um tanto distante de suas experiências prévias: o mercado de moda de luxo para crianças.
Em 2009, Buchner começou a ter interesse em abrir um negócio de varejo. Para saber em qual setor seria mais proveitoso investir, fez uma pesquisa de campo. “Foi quando notei que havia esse nicho de moda de luxo infantil, que ainda estava inexplorado”, afirma. “Hoje, a criança tem muito mais personalidade do que há alguns anos, e isso foi uma premissa fundamental para o negócio. As crianças tomam boa parte das decisões.”
Buchner foi a campo para ver o que já existia e avaliar o que poderia ser aproveitado para seu novo negócio. Também procurou as marcas que tinham o perfil dos seus futuros consumidores mirins. “Os produtos foram escolhidos a partir do que eu notei sobre essas novas personalidades das crianças. Elas não têm estilos bobos e infantilizados, mas também não querem ser artificiais, como ‘pequenos adultos’”, diz.
A Cindy & Freddy foi inaugurada em abril de 2010, de olho em crianças de até 12 anos de idade e com um mix que inclui marcas como Calvin Klein e VR. Localizado no shopping center Downtown, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o empreendimento teve um investimento inicial de R$ 500 mil. Com pouco mais de cinco meses de porta abertas, a loja vende cerca de 1.500 peças por mês, com um faturamento médio mensal de R$ 50 mil. Uma camisa polo para garotos pode custar R$ 120, enquanto vestidos variam de R$ 150 a R$ 180.
Um negócio voltado para as crianças
Cindy, uma joaninha, e Freddy, um gafanhoto, são os personagens-propaganda da loja. Buchner afirma que pretende construir o marketing da empresa em torno dos dois. “Queremos dar vidas a eles, com pessoas fantasiadas, e levá-los para eventos em que possamos divulgar a marca”, diz.
Quanto ao tratamento aos seus clientes, Buchner afirma que tudo é feito para atender as demandas das crianças. “Na hora das compras, cada família tem um perfil diferente. Se um pai entra sozinho, obviamente ele é o foco. Mas todo o projeto é voltado às crianças, incluindo o atendimento.”
Agora, Buchner já dá os primeiros passos para a expansão da marca. Ainda neste mês será inaugurada a segunda unidade, que trará como novidade um provador com estilo de camarim. Nele, as crianças poderão experimentar as roupas e ser fotografadas. As imagens serão transmitidas para monitores de LCD no interior da loja e na vitrine.
O empresário já está negociando a inauguração de mais duas unidades, uma na zona sul e outra na zona norte do Rio, uma expansão que demandará um investimento de aproximadamente R$ 1,2 milhão nos próximos 12 meses.
Eu escolhi o David Portes. Em um momento de dificuldade, David resolveu empreender e começou a vender doces. Começava ali uma história de inovação e empreendedorismo. O negócio deu tão certo, que David abriu uma banca de doces no centro do Rio de Janeiro. Apesar de seu pouco estudo - cursou até a 7ª série, sua visão de mercado foi um fator decisivo. Consciente da necessidade de agregar valor ao produto, ele criou uma série de diferenciais para seu clientes, a citar: serviço de entrega, cartões de fidelidade que ofereciam como brinde limpezas dentais, e em alguns casos dentaduras.
ResponderExcluirÉ conhecido como o segundo camelô de maior sucesso, atrás somente do seu ídolo Silvio Santos. David hoje é um dos melhores palestrantes do mundo e já foi citado como referência até mesmo por Kotler.
Para conhecer mais sobre o David e suas dicas, acessem:
http://www.davidportes.com.br/
Podem procurar os vídeos sobre ele e suas entrevistas no you tube sob o nome: David Portes.
Vale a pena!
Às vezes o mais difícil é fazer o simples =)
Verena
Era uma vez um garoto chamado Alexandre Tadeu Costa. Pensando em aumentar sua renda começou a revender chocolates na pásco da 1988. Mas, em suas vendas, cometeu um engano e vendeu a muitos um produto cuja empresa não fabricava. Sem tempo da empresa se adaptar e acabar perdendo a venda e os clientes ele arregaçou as mangas, comprou chocolates em barra, moldes e ainda conseguiu a ajuda de uma senhora para conseguir atender às encomendas. Essa senhora seria a primeira funcionária da CACAU SHOW. Essa aventura de páscoa lhe rendeu US$ 500,00. Esse capital foi reinvestido e assim se iniciaram suas atividades, em uma sala de 12m². Após diversas dificuldades como o deteriomante de seus produtos no verão ou o alto custo de seu método de vendas (que foi substituído) ele construiu em 2007 uma fábrica que possui a maior máquina de fabricação de trufas da América do Sul. Hoje em dia a CACAU SHOW é a maior rede de chocolates finos do mundo.
ResponderExcluirApós realizar um curso de conhecimento de controle financeiro no SEBRAE, o Sr. Ronival Pantoja, mostrou toda a sua inciativa, no dia do encerramento do curso, ele, que é dono de um churrascaria ali na região, ofereceu um almoço a preço baixo a todos os participantes da Oficina do Empreendedor do SEBRAE, cerca de 450 pessoas participaram, e assim a churracaria do Sr. Ronival, teve a sua divulgação e a utilização dos conhecimentos financeiros adquiridos no curso.
ResponderExcluirFoi uma grande sacada a loja de roupas infantis do empresário Bruno Buchner. Ao meu ver, o empresário correu riscos não muito calculados, mas que derem certo. O fato de abrir essa loja sem nenhum processo de divulgação é interessante. O marketing se torna importante mas como era em um shopping creio que esse processo se compensou devido ao grande número de circulação de pessoas que ocorre nesses locais. O risco acaba sendo observável mas sem o perigo nada acontece. Outro fator é a percepção de Bruno, que enxergou a falta do mercado de roupas luxuosas infantis aqui no Brasil: “se lá deu certo, porque aqui não daria?”. Tudo isso foi descoberto através de pesquisas, que são o melhor ponto de partida para se iniciar um negócio. A inovação é sempre bem-vinda e Bruno tem isso em mente. A nova idéia de colocar um provador em forma de camarim para as crianças já entra no conceito de inovação onde acaba se tornando uma idéia inédita. Crianças adoram estar em um ambiente de pura imaginação e creio que a idéia do ”provador camarim” se torne um sucesso.
ResponderExcluirjá viram isto aqui?:
ResponderExcluirhttp://www.privateoffice.com.br/